«Num cenário macroeconómico de grande incerteza e marcado pelo fim do PRR e redução dos fundos estruturais e, no âmbito da negociação do próximo Quadro Financeiro Plurianual (QFP) para o período 2028-2034, a margem de manobra do Governo é reduzida, pelo que temos o Orçamento do Estado possível. Ainda assim, o Orçamento continua a ser um exercício de previsão e não de execução, pelo que todos os anos fazemos notícia sobre a previsão sem que se faça um necessário exercício sobre execução e desvios. Em termos de medidas fiscais, embora as medidas não sejam ousadas, a estabilidade assegura alguma a previsibilidade, que contrabalança a complexidade e onerosidade do sistema fiscal português (…)»
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